Este titulo marcante, é para memorizar a data em que eu mais gastei, ops, "investi" dinheiro na minha vida!
Depois de um Natal muito bom, no entanto muito tumultuado, principalmente no tocante a bebedeira e a carro (lembram, parou de funcionar, foi todo vomitado, etc..), eu estava com a cabeça meio aérea ainda na manhã de Domingo, e muito, mas muito bravo com o meu carro, não foi só o fim de semana, já fazia tempo que o bixo me incomodava. Assim junto a fome com a vontade de comer, consultei a patroa:
- "E ai, tu também está bem incomodada com esse carro, que sabe passamos ele adiante ?"
Perguntei para ela, e a resposta foi:
- "Vamos lá".
Pronto, para os que me conhecem, não pensei mais um minuto, saímos na mesma, em busca de um outro carro.
Alguns pode até achar que foi de impacto, mas não foi, eu já estava fazendo as contas, e olhando o mercado, a mais de uns dois meses. Tinha dois "targets": o meio primeiro zero, mas com pouco conforto, ou um Bom semi-novo, com mais conforto. O importante era continuar na Citröen, excelente marca, melhor custo x benefício que eu tive até agora, apesar dos problemas do meu carro atual, que para mim todos se resumiram a empresa que me prestava assistência técnica.
Tendo tudo isso definido, olhamos mais alguns picaretas, e se mandamos direto para a Mônaco, revenda Citöen, e lá depois de ver várias opções definimos pelo Picasso.
E assim gastei novamente o que não tinha, mas com certeza em breve terei, a todos aqueles que agora estão me xingando, e com razão, não se preocupem, eu realmente não sei o que eu estou fazendo, mas já faço isso a muito tempo, ainda não deu errado, só por que tenho uma excelente família que me apóia, mas não recomendo essas atitudes para ninguém.
Esse blog é para que a pequena família Trindade fale das suas férias, os participantes destas histórias são: Gaby, Cássio ,Betynha e Carol. Bem vindos as nossas epopéias !
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Almoço de Natal, e a primeira chamada em 40 anos.
Finalmente, aconteceu, após 40 anos! Eu sabia que um dia isso iria acontecer, até que demorou bastante, se me lembro bem uns 17 anos, desde a primeira vez que inicie, aos 23 a tomar gosto pelo divertimento social!
Como sempre os almoços na casa do meu irmão do meio são muito divertidos, não só por que tem uma piscina maravilhosa, e sim por que é sempre "cool" estar com meus irmãos e minha mãe. O almoço do Natal foi o peru que eu levei, uma paleta inteira de porco assado (com perninha e tudo) saladas que a mãe e a cunhada fizeram. E muita, mais muita bebida. e eu que não sou bobo, e já tinha bebido muita cerveja na quinta (23/12), resolvi dar uma de esperto, fui no uísque, meu irmão sempre tem um Red Label a mão.
Começamos as 11:00, uma dosezinha e três pedrinhas de gelo, piscina, peruzinho, um porquinho, mais uma dosezinha e três pedrinhas de gelo, um porquinho, pururuca, uma dosezinha e três pedrinhas de gelo, um sorvetinho, mais uma dosezinha e três pedrinhas de gelo, mais porquinho.
Quando vimos era 17:00, e eu não estava nada bem, chamei a Betynha e vamo embora, evidentemente eu NÃO DIRIGI, se beber não dirija.
Como eu disse, finalmente, aconteceu, após 40 anos, chamei o .."hugo".., curva pra cá, curva pra lá, a cabeça totalmente fora do carro, foi impossível conter! Foi feio e ao mesmo tempo engraçado, pouca coisa eu me lembro:
- Uma mulher em uma parada de ônibus, olha para o meu estado e o do carro (tente realizar a imagem) e fala - "Meu Deus, que é isso, que horror...
- Minha mãe estava no carro, demos carona para ela, quando deixamos em casa ela pergunta, quer limpar o carro, eu respondo: Não, eu quero é água....
Em suma, cheguei em casa, tudo girava ao meu redor, tomei um banho de banheira e dormir por umas 10 horas, entre cochilo, e dores de cabeça.
Nota mental: nunca mais derrubar uma garrafa de uísque entre dois, tem que ter no mínimo quatro.
Sexta-Feira dia de encomendas finais, e os primeiros problemas.
Como todo bom brasileiro, deixamos as ultimas encomendas para o Papai Noel para a sexta de manhã, e lógico tudo lotado. Tentamos os Zaffari Bourbon, só para estacionar as filas de carro davam mais de uma volta na quadra, desistimos, e fomos para o Boticário, do Careffour, e incrível estava vazio, a loja, o super um inferno. Encomendado os dois presentes finis, voltamos para o carro, que com um incrível senso de sorte, eu tinha estacionado sobre a sombra de uma arvore, pois o carro não ligou, precisamos chamar o seguro.
Mais ou menos uma hora depois, o socorro chega, e era a droga da bateria, tivemos que comprar outra. Foi a gota d'agua, não dá mais, este veículo se mostrou um verdadeiro carro ao estilo do autor Nelson Rodrigues, Bonitinho mas Ordinário.
Depois de um cansaço de três horas, sem comprar nada, no super, voltamos para casa, e ainda faltava todos o ingredientes da farofa, famosa do Cássio, nesta horas, e somente nestas, é que é bom morar em vila. A Betynha deu um jeito, percorreu todos os armazéns próximos e comprou todos os ingredientes.
Mãos a obra, fazer o Peru do "Nelson" e a minha famosa farofa:
Peru -
Descongelar 12 horas;
Levar ao forno enrolado com papel alumínio por 2 horas;
Retirar o papel alumínio, e deixar por mais 30 minutos.
Farofa -
Refogar 400g de bacon com duas cebolas picadas;
Acrescentar 200g de azeitona picada se caroço;
Acrescentar 200g de castanha do pará;
Acrescentar 200g de nozes;
Acrescentar 200g de castanha de caju;
Acrescentar 200g de uvas passa pretas;
Acrescentar 200g de uvas passas brancas;
Acrescentar 500g de farofa temperadas;
Acrescentar 2 ovos cozidos picados;
Sempre manter misturando.
Obviamente, fizemos duas receitas destas, uma sem bacon para a minha linda adolescente vegetariana.
A Farofa foi para a ceia e o almoço, e o Peru para o almoço.
A ceia foi em Viamão, na casa dos meus sogros, jantar rápido e singelo, as primas das gurias não estavam, abrimos os presentes e o Natal já foi, muito rápido.
No entanto a volta foi cheia de surpresas ao chegar em casa. Saímos após a meia noite, e em 30 minutos estávamos em casa, abaixo de chuva, muita chuva, alagou todo o escritório, mais um presentinho surpresa do dia. (nota mental limpar as calhas).
Já o almoço do dia 25, foi pegado, fica para o próximo post... ; )
Mais ou menos uma hora depois, o socorro chega, e era a droga da bateria, tivemos que comprar outra. Foi a gota d'agua, não dá mais, este veículo se mostrou um verdadeiro carro ao estilo do autor Nelson Rodrigues, Bonitinho mas Ordinário.
Depois de um cansaço de três horas, sem comprar nada, no super, voltamos para casa, e ainda faltava todos o ingredientes da farofa, famosa do Cássio, nesta horas, e somente nestas, é que é bom morar em vila. A Betynha deu um jeito, percorreu todos os armazéns próximos e comprou todos os ingredientes.
Mãos a obra, fazer o Peru do "Nelson" e a minha famosa farofa:
Peru -
Descongelar 12 horas;
Levar ao forno enrolado com papel alumínio por 2 horas;
Retirar o papel alumínio, e deixar por mais 30 minutos.
Farofa -
Refogar 400g de bacon com duas cebolas picadas;
Acrescentar 200g de azeitona picada se caroço;
Acrescentar 200g de castanha do pará;
Acrescentar 200g de nozes;
Acrescentar 200g de castanha de caju;
Acrescentar 200g de uvas passa pretas;
Acrescentar 200g de uvas passas brancas;
Acrescentar 500g de farofa temperadas;
Acrescentar 2 ovos cozidos picados;
Sempre manter misturando.
Obviamente, fizemos duas receitas destas, uma sem bacon para a minha linda adolescente vegetariana.
A Farofa foi para a ceia e o almoço, e o Peru para o almoço.
A ceia foi em Viamão, na casa dos meus sogros, jantar rápido e singelo, as primas das gurias não estavam, abrimos os presentes e o Natal já foi, muito rápido.
No entanto a volta foi cheia de surpresas ao chegar em casa. Saímos após a meia noite, e em 30 minutos estávamos em casa, abaixo de chuva, muita chuva, alagou todo o escritório, mais um presentinho surpresa do dia. (nota mental limpar as calhas).
Já o almoço do dia 25, foi pegado, fica para o próximo post... ; )
Mais umas Férias, mas não dá para cansar !! ; )
Não parece que foi ontem, parece que foi a um século, mas aqui esta mais uma férias! E essas se iniciaram em grande estilo, no dia 23/12/2010 as 19:30, em busca de um recorde, que deixaria qualquer mãe, orgulosa ; ).
Para embasar os curiosos de plantão, conto uma pequena história desse recorde:
Toda a quinta feira vamos fazemos nosso "happy hour" em barzinho próximo ao serviço, um loca bem agradvel, cerveja gelada e um churrasquinho muito bom, e em uma provocação dos donos do Bar, foi criado um ranking dos pinguços, e o primeiro lugar para cervejas de 600 ml, era 40 garrafas, e para cervejas de um litro 46 garrafas. Como eu disse uma provocação que um bom "bebedor" não deixa por menos, foi o que fizemos, neste dia batemos o recorde 46 garrafas de 600 ml, que nos deu direito a fotos no mural do bar.
Como eu disse excelente começo de férias.
Equipe Inicial:
Sobreviventes:
Para embasar os curiosos de plantão, conto uma pequena história desse recorde:
Toda a quinta feira vamos fazemos nosso "happy hour" em barzinho próximo ao serviço, um loca bem agradvel, cerveja gelada e um churrasquinho muito bom, e em uma provocação dos donos do Bar, foi criado um ranking dos pinguços, e o primeiro lugar para cervejas de 600 ml, era 40 garrafas, e para cervejas de um litro 46 garrafas. Como eu disse uma provocação que um bom "bebedor" não deixa por menos, foi o que fizemos, neste dia batemos o recorde 46 garrafas de 600 ml, que nos deu direito a fotos no mural do bar.
Como eu disse excelente começo de férias.
Equipe Inicial:
Sobreviventes:
sábado, 31 de julho de 2010
Sexto Dia ao Décimo Primeiro – Parte 3
Após uma noite boa de sono, não posso dizer que foi maravilhosa, a cama era meio curta para meu tamanho, mas o colchão e as cobertas eram bem agradáveis, inclusive eu fiquei com calor a noite em baixo das cobertas, apesar do frio, a explicação é bem simples, todos os quartos tem lareiras, e uma das diversões da pousada e fazer o fogo e colocar o fogo na lareira, o que é claro eu fiz na noite anterior antes de ir dormir.
O cheirinho da lenha é delicioso, proporciona uma noite agradável, mas por outro lado irrita os narizes dos alérgicos. As gurias dormiram no quarto anexo ao nosso, até propus que elas puxassem o colchão para frente da lareira e dormissem no nosso quarto, mas não quiseram.
Bem, vamos a café, a turma toda acordou meio que junto, e fomos tomar o café, bem servido, não era assim um café colonial, nem chegava perto a cafés de hotel, com ovos, bacon, vários pães, etc.., no entanto era bem honesto, pãozinho quente, um queijinho, etc.. , simples e gostoso.
Já no café começamos as definir como seria o planejamento do dia, o Hugo tinha proposto irem os homens as compras e depois a mulheres, como eu queria ir com a Betynha e o Fernando com a Andréia, mudamos a proposta do Hugo e fomos nos cinco (Cassio, Betynha, Fernando, Andrea e Hugo) pela manhã e as crianças ficariam com a Simone, menos o Leo que o Fernando achou melhor levar junto. O que aconteceu na pousada entre a Simone e as crianças eu não faço a menor ideia, vou pedir depois para a Simone nos contar.
Tudo combinado, “Let’s GO”, dois carros, ai sim compramos, eu queria levar um monte de coisas, acabei comprando apenas o GPS + Bebidas, o resto ficou na economia para arrumar o carro batido L, na compra da bebida cambiamos um pouco de dinheiro com o Fernando, paguei no cartão uma compra dele, e fiquei com a grana, o que se mostrou um bom negócio depois, pois quando achei o GPS que eu queria a vista em dinheiro tinha um desconto de R$ 40,00. Em suma nos compramos neste dia bebidas, brinquedos (quebra-cabeças), molhos. O resto da turma das compras eu não acompanhei, sei que compraram, só não sei o que.
Já tínhamos decidido que o almoço seria um churrasco, e que o Hugo compraria a carne no Uruguai. Perto do meio dia o Hugo nos ligou e pediu carona para voltar e ajudar na compra da carne. Fomos a uma “carnessaria” indicada pela dona da Pousada, as carnes muito bonitas e baratas, levamos costela e picanha. Depois compramos as bebidas no Brasil, pois é proibida a entrada disto pela fronteira, o que é uma pena, pois essas cervejas uruguaias são maravilhosas.
Chegando de volta, e tudo calmo com as crianças, graças à bravura da Simone, fomos aos preparativos do churrasco, o Hugo, como sempre, um excelente assador, tomou a frente e fez uma carne maravilhosa, claro que eu, metido como sempre, quis me mostrar e fiz um tempero com o molho Adobo e Azeite, comprados no Uruguai, coloquei no pãozinho, fico bom, ainda que alguns me pergunte: “Colocou sal no molho ? tem certeza que não está faltando sal?”
O cheirinho da lenha é delicioso, proporciona uma noite agradável, mas por outro lado irrita os narizes dos alérgicos. As gurias dormiram no quarto anexo ao nosso, até propus que elas puxassem o colchão para frente da lareira e dormissem no nosso quarto, mas não quiseram.
Bem, vamos a café, a turma toda acordou meio que junto, e fomos tomar o café, bem servido, não era assim um café colonial, nem chegava perto a cafés de hotel, com ovos, bacon, vários pães, etc.., no entanto era bem honesto, pãozinho quente, um queijinho, etc.. , simples e gostoso.
Já no café começamos as definir como seria o planejamento do dia, o Hugo tinha proposto irem os homens as compras e depois a mulheres, como eu queria ir com a Betynha e o Fernando com a Andréia, mudamos a proposta do Hugo e fomos nos cinco (Cassio, Betynha, Fernando, Andrea e Hugo) pela manhã e as crianças ficariam com a Simone, menos o Leo que o Fernando achou melhor levar junto. O que aconteceu na pousada entre a Simone e as crianças eu não faço a menor ideia, vou pedir depois para a Simone nos contar.
Tudo combinado, “Let’s GO”, dois carros, ai sim compramos, eu queria levar um monte de coisas, acabei comprando apenas o GPS + Bebidas, o resto ficou na economia para arrumar o carro batido L, na compra da bebida cambiamos um pouco de dinheiro com o Fernando, paguei no cartão uma compra dele, e fiquei com a grana, o que se mostrou um bom negócio depois, pois quando achei o GPS que eu queria a vista em dinheiro tinha um desconto de R$ 40,00. Em suma nos compramos neste dia bebidas, brinquedos (quebra-cabeças), molhos. O resto da turma das compras eu não acompanhei, sei que compraram, só não sei o que.
Já tínhamos decidido que o almoço seria um churrasco, e que o Hugo compraria a carne no Uruguai. Perto do meio dia o Hugo nos ligou e pediu carona para voltar e ajudar na compra da carne. Fomos a uma “carnessaria” indicada pela dona da Pousada, as carnes muito bonitas e baratas, levamos costela e picanha. Depois compramos as bebidas no Brasil, pois é proibida a entrada disto pela fronteira, o que é uma pena, pois essas cervejas uruguaias são maravilhosas.
Chegando de volta, e tudo calmo com as crianças, graças à bravura da Simone, fomos aos preparativos do churrasco, o Hugo, como sempre, um excelente assador, tomou a frente e fez uma carne maravilhosa, claro que eu, metido como sempre, quis me mostrar e fiz um tempero com o molho Adobo e Azeite, comprados no Uruguai, coloquei no pãozinho, fico bom, ainda que alguns me pergunte: “Colocou sal no molho ? tem certeza que não está faltando sal?”
Bem após o almoço, como sempre eu fui deitar, tolinho eu, achava que ia descansar, mas as mulheres foram às compras, e as crianças ficaram. E ai.....
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Sexto Dia ao Décimo Primeiro - Parte 2
Segue o baile, como disse fomos às compras, como toda a zona livre de compras, essa na divisa de Jaguarão (Brasil) e Rio Branco (Uruguai) não poderia ser diferente, vários e diversos itens para compras a preços bem interessantes, poucas lojas boas, umas dez, e o atendimento, bá, nem se fala, não podia ser pior, padrão de quem nem ta ai para vender, e serviço ao cliente não existe apenas uma loja tinha banheiro para os clientes, a Neutral. Mas dá para se entender o pessoal vai pelos preços, e nada além disso.
A proposta neste primeiro dia era apenas de fazer um reconhecimento da área e uma tomada de preços, e quase conseguimos, diríamos que foi 94,37% alcançado. Compramos apenas um microscópio de brinquedo para a Gabi e um moleton para Carol, de resto caminhamos umas três horas, anotamos os melhores preços para comprarmos no dia seguinte, claro isso a nossa família Trindade, pois os outros integrantes do G8*, não se contiveram, mas nada ainda parecido do que veríamos no dia seguinte, em relação a compras.
Voltamos para a pousada, não tínhamos ainda decidido o que seria a janta eu propus uma sopa de capeleti , mas o menu que venceu foi cachorro quente, com refri e café. Na verdade eu já tava muito cansado, após a janta fui direto para a cama, sem banho, até porque bota água fria nesta posada, principalmente no nosso quarto, a única que tomou banho (da família Trindade) foi a Carol, sabe como é adolescente... sempre acha que vai ser melhor dentro do pior, no mínimo para contrariar. Eu e a Betynha acabamos dormindo e a Gabi fico com o resto de pessoal até tarde, a Simone que levou ela depois para o quarto.
A proposta neste primeiro dia era apenas de fazer um reconhecimento da área e uma tomada de preços, e quase conseguimos, diríamos que foi 94,37% alcançado. Compramos apenas um microscópio de brinquedo para a Gabi e um moleton para Carol, de resto caminhamos umas três horas, anotamos os melhores preços para comprarmos no dia seguinte, claro isso a nossa família Trindade, pois os outros integrantes do G8*, não se contiveram, mas nada ainda parecido do que veríamos no dia seguinte, em relação a compras.
Voltamos para a pousada, não tínhamos ainda decidido o que seria a janta eu propus uma sopa de capeleti , mas o menu que venceu foi cachorro quente, com refri e café. Na verdade eu já tava muito cansado, após a janta fui direto para a cama, sem banho, até porque bota água fria nesta posada, principalmente no nosso quarto, a única que tomou banho (da família Trindade) foi a Carol, sabe como é adolescente... sempre acha que vai ser melhor dentro do pior, no mínimo para contrariar. Eu e a Betynha acabamos dormindo e a Gabi fico com o resto de pessoal até tarde, a Simone que levou ela depois para o quarto.
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Sexto Dia ao Décimo Primeiro - Parte 1
É pessoal a coisa mais difícil é manter um texto, iniciamos cheio de gás, com uma vontade enorme de utilizar esse espaço para transmitir toda a nossa felicidade de estarmos juntos, com a família, nestas férias de inverno, mas ai vem a preguiça, as dificuldades do dia a dia e nós deixamos a atividade de lado, um pouquinho. Mas não vamos esmorecer segue a baixo os relatos dos dias sexto ao décimo primeiro, e olha que foram muitas aventuras.
Sexto Dia.
Como foi previsto, realmente os dias foram muito atribulados, muitos incomodos, muitos pequenos danos, no entanto acima de tudo muita, mas muita diversão. Na manhã desse dia lotamos o carro, como sempre. Partimos para encontrar a galera do G8*, na frente da Polícia Rodoviária Federal que fica após a ponte do Guaíba, a idéia era encontrar todo mundo lá as 07:30. Como de costume fomos os primeiros a chegar e o Hugo o último. Eu tinha planejado irmos de modo analógico :0) Comprei um mapa do RS e dei para a Gabi e a Carol irem marcando as cidades que iríamos passar nos próximos 394 km que nos separam de Porto Alegre à Jaguarão.
O Hugo chegou as 7:45, distribuímos os radinhos (walk-talks motorolas) e iniciamos a viagem. A primeira parada era na Casa das Cucas para um pit-stop nos banheiros e um cafezinho.
Chegamos na parada, uns 90 km de Poá. Eu como sou um cara muito esperto botei o carro em uma vaga coberta. E fomos tomar o cafezinho. Este se transformou em case um café colonial, com pastel, café com leite, chocolate quente, pastel de carne, etc. Ficamos uma meia hora no local.
Bem, como eu tinha dito, o esperto aqui colocou o carro em uma vaga coberta, e não lembrou que tinha deixado a roda virada. Show! Na saída, dei ré, bati na sustentação da cobertura e amassei a lataria. Arranquei o para choque dianteiro inteiro!!!! O carro ficou lindo, e eu super brabo e chateado.
Estava pronto para desistir da viagem, mas ai apareceu à força da turma do G8. Se eu tenho amigos especiais, são esses, apesar das “línguas de cobras”, todos se amam, foi muito legal ver a galera apoiando e tentando dar um jeito no para-choque. O Fernando, o Hugo e mais um borracheiro que tinha ali por perto ajudaram a atar o para-choque ao carro com uma câmera de bicicleta.
Feito o concerto no Carro, seguimos adiante. Mass só posso dizer: Ainda bem que não desisti! Foi muito show o resto da viagem. E o carro? Se portou perfeitamente!!!
Segue o Baile, a viagem, a próximo parada foi no Paradouro. Próximo a Pelotas. Fizemos pit-stop, Estacionei no meio da Rua. Nada de garagens cobertas e Box!!! Esticamos as pernas e rumamos a Jaguarão. Pagamos muitos pedágios. O valor de ida foi de R$ 7,20 x 4 = R$ 28,80. E as estradas não são tudo isso. Caro mesmo!!! A idéia do mapa foi bem legal. Junto com os radinhos a Gabi ficou entretida quase todo o tempo e a Carol viajando nas musicas do MP3. Foi muito show!!! Eu perguntava à Gabi quanto era a distância entre uma cidade e outra, ela olhava o mapa, me respondia, e perguntava quanto era o tempo que levaríamos para chegar. Se eu fosse a 30km/h, 60km/h e a 100km/h. Aulas de matemática, física e geografia em plena estrada, sem ninguém perceber.
E assim acabou a manhã deste dia.
A tarde iniciou chegando na Pousada Recanto da Flores, em Jaguarão. Fomos recebidos pela dona da pousada, a Dona Leia. Uma figura, muito atenciosa. O local era muito agradável. Fizemos a entrada, deixamos as malas nos quartos e fomos direto almoçar no Uruguai. A fome era enorme, e a vontade de comer carne Uruguai, então, nem se fala. Atravessamos a primeira vez a ponte, passamos direto pela zona de compras, e fomos para o Restaurante “La Fragratta”, em Rio Branco, no Uruguai.
Comemos muito bem, e bebemos cerveja Uruguaia, tudo uma delícia, realmente estava muito, mas muito bom!!! Depois do almoço, já passamos direto para as compras, a mulherada já se mandou para um supermercado que ficava ao lado do restaurante, mas não compramos nada ali, não valia a pena. Os preços não tinha subsídios. Nos mandamos para a Zona Franca.
Sexto Dia.
Como foi previsto, realmente os dias foram muito atribulados, muitos incomodos, muitos pequenos danos, no entanto acima de tudo muita, mas muita diversão. Na manhã desse dia lotamos o carro, como sempre. Partimos para encontrar a galera do G8*, na frente da Polícia Rodoviária Federal que fica após a ponte do Guaíba, a idéia era encontrar todo mundo lá as 07:30. Como de costume fomos os primeiros a chegar e o Hugo o último. Eu tinha planejado irmos de modo analógico :0) Comprei um mapa do RS e dei para a Gabi e a Carol irem marcando as cidades que iríamos passar nos próximos 394 km que nos separam de Porto Alegre à Jaguarão.
O Hugo chegou as 7:45, distribuímos os radinhos (walk-talks motorolas) e iniciamos a viagem. A primeira parada era na Casa das Cucas para um pit-stop nos banheiros e um cafezinho.
Chegamos na parada, uns 90 km de Poá. Eu como sou um cara muito esperto botei o carro em uma vaga coberta. E fomos tomar o cafezinho. Este se transformou em case um café colonial, com pastel, café com leite, chocolate quente, pastel de carne, etc. Ficamos uma meia hora no local.
Bem, como eu tinha dito, o esperto aqui colocou o carro em uma vaga coberta, e não lembrou que tinha deixado a roda virada. Show! Na saída, dei ré, bati na sustentação da cobertura e amassei a lataria. Arranquei o para choque dianteiro inteiro!!!! O carro ficou lindo, e eu super brabo e chateado.
Estava pronto para desistir da viagem, mas ai apareceu à força da turma do G8. Se eu tenho amigos especiais, são esses, apesar das “línguas de cobras”, todos se amam, foi muito legal ver a galera apoiando e tentando dar um jeito no para-choque. O Fernando, o Hugo e mais um borracheiro que tinha ali por perto ajudaram a atar o para-choque ao carro com uma câmera de bicicleta.
Feito o concerto no Carro, seguimos adiante. Mass só posso dizer: Ainda bem que não desisti! Foi muito show o resto da viagem. E o carro? Se portou perfeitamente!!!
Segue o Baile, a viagem, a próximo parada foi no Paradouro. Próximo a Pelotas. Fizemos pit-stop, Estacionei no meio da Rua. Nada de garagens cobertas e Box!!! Esticamos as pernas e rumamos a Jaguarão. Pagamos muitos pedágios. O valor de ida foi de R$ 7,20 x 4 = R$ 28,80. E as estradas não são tudo isso. Caro mesmo!!! A idéia do mapa foi bem legal. Junto com os radinhos a Gabi ficou entretida quase todo o tempo e a Carol viajando nas musicas do MP3. Foi muito show!!! Eu perguntava à Gabi quanto era a distância entre uma cidade e outra, ela olhava o mapa, me respondia, e perguntava quanto era o tempo que levaríamos para chegar. Se eu fosse a 30km/h, 60km/h e a 100km/h. Aulas de matemática, física e geografia em plena estrada, sem ninguém perceber.
E assim acabou a manhã deste dia.
A tarde iniciou chegando na Pousada Recanto da Flores, em Jaguarão. Fomos recebidos pela dona da pousada, a Dona Leia. Uma figura, muito atenciosa. O local era muito agradável. Fizemos a entrada, deixamos as malas nos quartos e fomos direto almoçar no Uruguai. A fome era enorme, e a vontade de comer carne Uruguai, então, nem se fala. Atravessamos a primeira vez a ponte, passamos direto pela zona de compras, e fomos para o Restaurante “La Fragratta”, em Rio Branco, no Uruguai.
Comemos muito bem, e bebemos cerveja Uruguaia, tudo uma delícia, realmente estava muito, mas muito bom!!! Depois do almoço, já passamos direto para as compras, a mulherada já se mandou para um supermercado que ficava ao lado do restaurante, mas não compramos nada ali, não valia a pena. Os preços não tinha subsídios. Nos mandamos para a Zona Franca.
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