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sábado, 31 de julho de 2010

Sexto Dia ao Décimo Primeiro – Parte 3

Após uma noite boa de sono, não posso dizer que foi maravilhosa, a cama era meio curta para meu tamanho, mas o colchão e as cobertas eram bem agradáveis, inclusive eu fiquei com calor a noite em baixo das cobertas, apesar do frio, a explicação é bem simples, todos os quartos tem lareiras, e uma das diversões da pousada e fazer o fogo e colocar o fogo na lareira, o que é claro eu fiz na noite anterior antes de ir dormir.

O cheirinho da lenha é delicioso, proporciona uma noite agradável, mas por outro lado irrita os narizes dos alérgicos. As gurias dormiram no quarto anexo ao nosso, até propus que elas puxassem o colchão para frente da lareira e dormissem no nosso quarto, mas não quiseram.

Bem, vamos a café, a turma toda acordou meio que junto, e fomos tomar o café, bem servido, não era assim um café colonial, nem chegava perto a cafés de hotel, com ovos, bacon, vários pães, etc.., no entanto era bem honesto, pãozinho quente, um queijinho, etc.. , simples e gostoso.

Já no café começamos as definir como seria o planejamento do dia, o Hugo tinha proposto irem os homens as compras e depois a mulheres, como eu queria ir com a Betynha e o Fernando com a Andréia, mudamos a proposta do Hugo e fomos nos cinco (Cassio, Betynha, Fernando, Andrea e Hugo) pela manhã e as crianças ficariam com a Simone, menos o Leo que o Fernando achou melhor levar junto. O que aconteceu na pousada entre a Simone e as crianças eu não faço a menor ideia, vou pedir depois para a Simone nos contar.

Tudo combinado, “Let’s GO”, dois carros, ai sim compramos, eu queria levar um monte de coisas, acabei comprando apenas o GPS + Bebidas, o resto ficou na economia para arrumar o carro batido L, na compra da bebida cambiamos um pouco de dinheiro com o Fernando, paguei no cartão uma compra dele, e fiquei com a grana, o que se mostrou um bom negócio depois, pois quando achei o GPS que eu queria a vista em dinheiro tinha um desconto de R$ 40,00. Em suma nos compramos neste dia bebidas, brinquedos (quebra-cabeças), molhos. O resto da turma das compras eu não acompanhei, sei que compraram, só não sei o que.

Já tínhamos decidido que o almoço seria um churrasco, e que o Hugo compraria a carne no Uruguai. Perto do meio dia o Hugo nos ligou e pediu carona para voltar e ajudar na compra da carne. Fomos a uma “carnessaria” indicada pela dona da Pousada, as carnes muito bonitas e baratas, levamos costela e picanha. Depois compramos as bebidas no Brasil, pois é proibida a entrada disto pela fronteira, o que é uma pena, pois essas cervejas uruguaias são maravilhosas.

Chegando de volta, e tudo calmo com as crianças, graças à bravura da Simone, fomos aos preparativos do churrasco, o Hugo, como sempre, um excelente assador, tomou a frente e fez uma carne maravilhosa, claro que eu, metido como sempre, quis me mostrar e fiz um tempero com o molho Adobo e Azeite, comprados no Uruguai, coloquei no pãozinho, fico bom, ainda que alguns me pergunte: “Colocou sal no molho ? tem certeza que não está faltando sal?”

Bem após o almoço, como sempre eu fui deitar, tolinho eu, achava que ia descansar, mas as mulheres foram às compras, e as crianças ficaram. E ai.....

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Sexto Dia ao Décimo Primeiro - Parte 2

Segue o baile, como disse fomos às compras, como toda a zona livre de compras, essa na divisa de Jaguarão (Brasil) e Rio Branco (Uruguai) não poderia ser diferente, vários e diversos itens para compras a preços bem interessantes, poucas lojas boas, umas dez, e o atendimento, bá, nem se fala, não podia ser pior, padrão de quem nem ta ai para vender, e serviço ao cliente não existe apenas uma loja tinha banheiro para os clientes, a Neutral. Mas dá para se entender o pessoal vai pelos preços, e nada além disso.

A proposta neste primeiro dia era apenas de fazer um reconhecimento da área e uma tomada de preços, e quase conseguimos, diríamos que foi 94,37% alcançado. Compramos apenas um microscópio de brinquedo para a Gabi e um moleton para Carol, de resto caminhamos umas três horas, anotamos os melhores preços para comprarmos no dia seguinte, claro isso a nossa família Trindade, pois os outros integrantes do G8*, não se contiveram, mas nada ainda parecido do que veríamos no dia seguinte, em relação a compras.


Voltamos para a pousada, não tínhamos ainda decidido o que seria a janta eu propus uma sopa de capeleti , mas o menu que venceu foi cachorro quente, com refri e café. Na verdade eu já tava muito cansado, após a janta fui direto para a cama, sem banho, até porque bota água fria nesta posada, principalmente no nosso quarto, a única que tomou banho (da família Trindade) foi a Carol, sabe como é adolescente... sempre acha que vai ser melhor dentro do pior, no mínimo para contrariar. Eu e a Betynha acabamos dormindo e a Gabi fico com o resto de pessoal até tarde, a Simone que levou ela depois para o quarto.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Sexto Dia ao Décimo Primeiro - Parte 1

É pessoal a coisa mais difícil é manter um texto, iniciamos cheio de gás, com uma vontade enorme de utilizar esse espaço para transmitir toda a nossa felicidade de estarmos juntos, com a família, nestas férias de inverno, mas ai vem a preguiça, as dificuldades do dia a dia e nós deixamos a atividade de lado, um pouquinho. Mas não vamos esmorecer segue a baixo os relatos dos dias sexto ao décimo primeiro, e olha que foram muitas aventuras.

Sexto Dia.


Como foi previsto, realmente os dias foram muito atribulados, muitos incomodos, muitos pequenos danos, no entanto acima de tudo muita, mas muita diversão. Na manhã desse dia lotamos o carro, como sempre. Partimos para encontrar a galera do G8*, na frente da Polícia Rodoviária Federal que fica após a ponte do Guaíba, a idéia era encontrar todo mundo lá as 07:30. Como de costume fomos os primeiros a chegar e o Hugo o último. Eu tinha planejado irmos de modo analógico :0) Comprei um mapa do RS e dei para a Gabi e a Carol irem marcando as cidades que iríamos passar nos próximos 394 km que nos separam de Porto Alegre à Jaguarão.

O Hugo chegou as 7:45, distribuímos os radinhos (walk-talks motorolas) e iniciamos a viagem. A primeira parada era na Casa das Cucas para um pit-stop nos banheiros e um cafezinho.
Chegamos na parada, uns 90 km de Poá. Eu como sou um cara muito esperto botei o carro em uma vaga coberta. E fomos tomar o cafezinho. Este se transformou em case um café colonial, com pastel, café com leite, chocolate quente, pastel de carne, etc. Ficamos uma meia hora no local.
Bem, como eu tinha dito, o esperto aqui colocou o carro em uma vaga coberta, e não lembrou que tinha deixado a roda virada. Show! Na saída, dei ré, bati na sustentação da cobertura e amassei a lataria. Arranquei o para choque dianteiro inteiro!!!! O carro ficou lindo, e eu super brabo e chateado.
Estava pronto para desistir da viagem, mas ai apareceu à força da turma do G8. Se eu tenho amigos especiais, são esses, apesar das “línguas de cobras”, todos se amam, foi muito legal ver a galera apoiando e tentando dar um jeito no para-choque. O Fernando, o Hugo e mais um borracheiro que tinha ali por perto ajudaram a atar o para-choque ao carro com uma câmera de bicicleta.
Feito o concerto no Carro, seguimos adiante. Mass só posso dizer: Ainda bem que não desisti! Foi muito show o resto da viagem. E o carro? Se portou perfeitamente!!!
Segue o Baile, a viagem, a próximo parada foi no Paradouro. Próximo a Pelotas. Fizemos pit-stop, Estacionei no meio da Rua. Nada de garagens cobertas e Box!!! Esticamos as pernas e rumamos a Jaguarão. Pagamos muitos pedágios. O valor de ida foi de R$ 7,20 x 4 = R$ 28,80. E as estradas não são tudo isso. Caro mesmo!!! A idéia do mapa foi bem legal. Junto com os radinhos a Gabi ficou entretida quase todo o tempo e a Carol viajando nas musicas do MP3. Foi muito show!!! Eu perguntava à Gabi quanto era a distância entre uma cidade e outra, ela olhava o mapa, me respondia, e perguntava quanto era o tempo que levaríamos para chegar. Se eu fosse a 30km/h, 60km/h e a 100km/h. Aulas de matemática, física e geografia em plena estrada, sem ninguém perceber.
E assim acabou a manhã deste dia.
A tarde iniciou chegando na Pousada Recanto da Flores, em Jaguarão. Fomos recebidos pela dona da pousada, a Dona Leia. Uma figura, muito atenciosa. O local era muito agradável. Fizemos a entrada, deixamos as malas nos quartos e fomos direto almoçar no Uruguai. A fome era enorme, e a vontade de comer carne Uruguai, então, nem se fala. Atravessamos a primeira vez a ponte, passamos direto pela zona de compras, e fomos para o Restaurante “La Fragratta”, em Rio Branco, no Uruguai.

Comemos muito bem, e bebemos cerveja Uruguaia, tudo uma delícia, realmente estava muito, mas muito bom!!! Depois do almoço, já passamos direto para as compras, a mulherada já se mandou para um supermercado que ficava ao lado do restaurante, mas não compramos nada ali, não valia a pena. Os preços não tinha subsídios. Nos mandamos para a Zona Franca.